sábado, 5 de março de 2016
Sinara Foss 1
A IMPORTÂNCIA DA UNIÃO DE AJUDAS E COMPARTILHAMENTOS
Eu falava há pouco com meus amigos da ONG Animal Shelter de Santo Antonio da Patrulha o seguinte que agora compartilho com vocês.
Surge o problema, um animalzinho foi abandonado, não coube na mudança, é uma cadela ou gata prenha. Após alguns compartilhamentos e pedidos,
encontramos um Lar Temporário.
Logo, posta se foto da gatinha ou cadela confortável , numa caminha ou comendo no LT. Com isso, tem se a falsa ideia de que aquele animalzinho está salvo. Que tudo o que podíamos ter feito por ele foi feito. Fizemos nossa parte, enfim. Parece que ela não precisa de mais nada, não precisa de ajuda com ração, vermífugo, anti pulgas ou vacinas.
Enfim. O assunto é esquecido.
A fêmea ganha os filhotes, depois de 45 dias, já desmamados a luta precisa
recomeçar. Os filhotes precisam seguir seus próprios destinos, encontrar lares
onde sejam bem cuidados e respeitados. Alguém lembra do trabalho que dá
filhotes em casa? Fazem cocô várias vezes por dia. Têm muita energia carregam, mordem tudo.
A mãe tem que ser castrada. Após a cirurgia, é preciso retomar os compartilhamentos e pedidos para que ela seja adotada agora em um lar
definitivo .
Lá no inicio do processo, aquela protetora, que teve boa vontade
e levou a fêmea prenha pra sua casa havia se programado de ficar com ele somente até que os bebes fossem desmamados e adotados.
Infelizmente, poucos lembram que um ia tiveram pena e quiseram ajudar
aquele animalzinho. Agora tem outros casos que são mais urgentes ou mais
tristes.
Com isso, os protetores vão se acumulando de animais e vão se desgostando
da causa, as vezes ate arrumando inimizades. Chegam a pensar que estão
sozinhos, que ninguém vê seu esforço.
Vamos cuidar! Nós que ajudamos na causa já estamos tão sofridos e
calejados que basta muito pouco para que nos sintamos ainda mais tristes,
mais abandonados. Vamos nos ajudar mutuamente, porque depender de
ajuda de autoridades já vimos que não vai ser possível. Um ajuda o outro
sempre.
Compartilhe muito os casos próximos a você, aqueles em que a sua ajuda vai
ser realmente efetiva.
Eu falava há pouco com meus amigos da ONG Animal Shelter de Santo Antonio da Patrulha o seguinte que agora compartilho com vocês.
Surge o problema, um animalzinho foi abandonado, não coube na mudança, é uma cadela ou gata prenha. Após alguns compartilhamentos e pedidos,
encontramos um Lar Temporário.
Logo, posta se foto da gatinha ou cadela confortável , numa caminha ou comendo no LT. Com isso, tem se a falsa ideia de que aquele animalzinho está salvo. Que tudo o que podíamos ter feito por ele foi feito. Fizemos nossa parte, enfim. Parece que ela não precisa de mais nada, não precisa de ajuda com ração, vermífugo, anti pulgas ou vacinas.
Enfim. O assunto é esquecido.
A fêmea ganha os filhotes, depois de 45 dias, já desmamados a luta precisa
recomeçar. Os filhotes precisam seguir seus próprios destinos, encontrar lares
onde sejam bem cuidados e respeitados. Alguém lembra do trabalho que dá
filhotes em casa? Fazem cocô várias vezes por dia. Têm muita energia carregam, mordem tudo.
A mãe tem que ser castrada. Após a cirurgia, é preciso retomar os compartilhamentos e pedidos para que ela seja adotada agora em um lar
definitivo .
Lá no inicio do processo, aquela protetora, que teve boa vontade
e levou a fêmea prenha pra sua casa havia se programado de ficar com ele somente até que os bebes fossem desmamados e adotados.
Infelizmente, poucos lembram que um ia tiveram pena e quiseram ajudar
aquele animalzinho. Agora tem outros casos que são mais urgentes ou mais
tristes.
Com isso, os protetores vão se acumulando de animais e vão se desgostando
da causa, as vezes ate arrumando inimizades. Chegam a pensar que estão
sozinhos, que ninguém vê seu esforço.
Vamos cuidar! Nós que ajudamos na causa já estamos tão sofridos e
calejados que basta muito pouco para que nos sintamos ainda mais tristes,
mais abandonados. Vamos nos ajudar mutuamente, porque depender de
ajuda de autoridades já vimos que não vai ser possível. Um ajuda o outro
sempre.
Compartilhe muito os casos próximos a você, aqueles em que a sua ajuda vai
ser realmente efetiva.
LIVRO MUITO ESPECIAL
Apaixonados por gatos, comemorem! A artista Susan Herbert lança no dia 8 de setembro o
livro Cats Galore: A Compendium of Cultured Cats, uma publicação pra lá de fofa que
reproduz felinos nos mais famosos quadros do mundo, que sai pela editora Thames & Hudson.
Na capa, Garota com Brinco de Pérola, pintado por Johannes Vermeer. Não podiam faltar
também a gata Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci, O Nascimento de Vênus, de Sandro
Botticelli, e outras obras de grandes metres como Jan Van Eyck, Edouard Manet e Vincent Van
Gogh. Confira a nossa seleção de imagens.
http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/animal/livro-reproduz-gatos-nos-mais-famosos-quadros-mundo/
BOM DIA! COM AMOR E ALEGRIA!!!!
"Precisamos ser felizes por nós mesmos, pelo simples fato de Deus ter nos permitido estarmos ainda por aqui e seguirmos em frente com nossas lutas e objetivos....Não fique triste por pouco, nem pense que você é o único que possa estar meio pra baixo....Respire fundo e dance muito ao sabor da vida!! Temos certeza de que o Universo vai responder de forma positiva e impulsionar você" > NAMASTÊ
sexta-feira, 4 de março de 2016
Angela Berthon
Carroças, Carroceiros e animais de Tração:
um problema social ou de Educação Ambiental?
É notório como, nos dias atuais, ainda verificarmos na periferia de várias cidades do país, inclua -se ai Canoas, a presença de equinos, tracionando carroças. É um cenário muito comum, e, por mais paradoxal que seja, nos tempos modernos, ainda hoje, as carroças constituem o meio de transporte mais barato para as necessidades do dia-a-dia, desde o carreto de móveis a entulho, areia, tijolos, lixo etc., assegurando a subsistência de muitos trabalhadores do setor informal.
Considerando a quantidade de animais envolvidos e o grande número de pessoas que se utilizam dessa atividade, sendo às vezes a principal ou até a única fonte de renda de um grupo familiar, ou o meio de transporte fundamental de uma localidade, essa prática se impõe como importante questão de bem-estar, animal e humano.
Os cavalos são usados para tração de carroças, principalmente na área urbana e costumam enfrentar desde cedo muitas situações estressantes e ameaçadoras como a colocação de arreios e peias, a subnutrição, a confusão do trânsito e o barulho e movimento nas ruas, o excesso de carga e o horário prolongado de trabalho, o descanso insuficiente, o manejo inadequado. Tudo isso gera graves problemas de bem-estar para esses animais
Sabemos no entanto que, em sua grande maioria, esses animais são mantidos e utilizados pela população de menor poder aquisitivo e, comumente, de baixo grau de escolaridade. Submetidos muitas das vezes, a arreios e peias, ferrageamentos (ato de ferrar ou ferragear o animal) inadequados, esses animais provavelmente, considerando-se as exceções, são alvos de pressão e maus-tratos, levando horas sem comer, beber ou descansar, carregando peso superior ao recomendado. Concomitantemente, por falta de recursos de seus proprietários, também não recebem qualquer tipo de assistência veterinária, seja preventiva ou curativa, tal como vacinação, mineralização, desverminação (desvermifugação ou vermifugação – administração de vermífugo) e tratamento para determinadas doenças e ferimentos.
Como se não bastasse, os implementos que os prendem à carroça causam-lhes geralmente ferimentos e desconforto, além de ficarem expostos às intempéries, como sol forte ou chuva e frio. Afastados de suas condições naturais de vida, à noite, ficam presos em determinados ambientes ou amarrados em arbustos próximos às casas dos carroceiros (seus proprietários), ou quando não saem a perambular, procurando certamente por abrigo e ou comida.
E como são vistos os carroceiros?
De um modo geral, aqueles que vivem exclusivamente dessa atividade, vivem à margem da sociedade, em condições insalubres e desprezíveis, tendo um histórico de despreparo educacional e de meio ambiente.
Podemos observar facilmente vários indivíduos que são carroceiros já há algum tempo e que continuam vivendo na mesma situação de subemprego. Não dignidade pra ambos, alias o problema reside ai. Mas como mudar esse quadro, se não há nenhum tipo de apoio do poder público ? E como é que fica a situação desse animal que é tutelado pelo Estado e tem direitos garantidos por lei? Será que o Poder Público tem pensado como resolver esse sério problema social?
É imprescindível que se promova a melhoria das condições de vida dos carroceiros, dos
seus familiares e desses animais de tração, garantindo-lhes o bem-estar. Claro que isso demanda um grande esforço conjunto das autoridades governamentais, dos legisladores, e da própria sociedade, para que se crie uma consciência de respeito em relação a esses animais e para que se garantam as condições mínimas necessárias para a sua manutenção e o controle da sua utilização.
Com essa preocupação, atualmente, algumas prefeituras têm procurado desenvolver
programas, buscando melhorar as condições de trabalho e vida dos carroceiros. Não percebo
este movimento em Canoas, exceto por ativista da Causa Animal.
Penso que é passada a hora de Canoas rever esta situação. Torna-se fundamental o esclarecimento e a educação sanitária dessas famílias quanto ao correto manejo dos equinos e demais animais por eles mantidos, bem como a promoção de melhores condições de trabalho para essas pessoas, visando à promoção da Saúde Coletiva, pois sabemos que que os equinos eventualmente tornam-se portadores de doenças transmissíveis aos homens (zoonoses), dentre as principais, estão a raiva, a leptospirose, a brucelose, a tuberculose, a febre maculosa e a doença de Lyme ou borreliose, estas duas ultimas transmitidas pelo carrapato do cavalo; inclusive o convívio com esses animais é muito grande, envolvendo crianças, outros animais domésticos, pessoas que coletam lixo, enfim, constituindo-se numa problemática para a Saúde Pública, principalmente quando não tomadas as devidas medidas profiláticas.
Por uma Cidade sustentável e sem escravidão animal. Neste caso não existe dignidade pra ambos os lados...
Autoridades reflitam.....a questão é bem mais que ativismo ou bandeira partidária.
Angela Berthon
Jornalista e Relações Públicas
quinta-feira, 3 de março de 2016
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